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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Tudo vem de dentro
Nós somos o que vem de dentro
Nós somos a alegria
Nós somos a paciência
Nós somos a perseverança
A tristeza, a impaciência e a desistência
A comunicação, o agrado e o carinho
Somos de tudo o que vem de dentro
Mesmo o que sentimos o que vem de fora
Sentimos de dentro o que vem de fora
De dentro o que vem de fora
De dentro de fora
Dentro fora
Nós somos o que vem de dentro
Nós somos a alegria
Nós somos a paciência
Nós somos a perseverança
A tristeza, a impaciência e a desistência
A comunicação, o agrado e o carinho
Somos de tudo o que vem de dentro
Mesmo o que sentimos o que vem de fora
Sentimos de dentro o que vem de fora
De dentro o que vem de fora
De dentro de fora
Dentro fora
Parabéns
Te dedico não um parabéns, mas muitos béns
muitas felicidades
muita saúde
muitas amizades
muitos anos de vida
Paz de Cristo
Amém
Vida
O princípio é o mesmo
Chamamos de nascimento
O fim é o mesmo
Chamamos de morte
O meio é diferente
Chamamos de vida
É uma linha curva
Que a traçamos
Com nosso livre arbítrio
Tem a linha da alegria
Tem a da tristeza também
Tem a linha da tranqüilidade
E a da ansiedade também
Nadamos, caminhamos, voamos
Pulamos, Olhamos, ...
Por vários tipos de linhas
Vários tipos de vidas
São iguais apenas o
Princípio e o fim.
O amor é
O amor é uma bola
Ou será um cubo.
Será ele um cilindro
Talvez uma nuvem
Também um melado
Quem sabe pregos
Ou formas de pensamentos
Mas também de ações
Uma forma de sabedoria
De saudade e de inteligência
Vamos todos comemorar
Esta alegria que brota e se alastra.
Canção
Canção que caminha
Que se espalha e ecoa
Música que invade
Nossos ouvidos nossa pele
O arrepio penetra qual onda
Passando por todo o corpo
Aquele som alegre e claro
Qual leite mugido quente
O hino entoado firme
Todos cantam a letra uniforme
Ao final batem palmas
Para a canção de louvor
Te dedico não um parabéns, mas muitos béns
muitas felicidades
muita saúde
muitas amizades
muitos anos de vida
Paz de Cristo
Amém
Vida
O princípio é o mesmo
Chamamos de nascimento
O fim é o mesmo
Chamamos de morte
O meio é diferente
Chamamos de vida
É uma linha curva
Que a traçamos
Com nosso livre arbítrio
Tem a linha da alegria
Tem a da tristeza também
Tem a linha da tranqüilidade
E a da ansiedade também
Nadamos, caminhamos, voamos
Pulamos, Olhamos, ...
Por vários tipos de linhas
Vários tipos de vidas
São iguais apenas o
Princípio e o fim.
O amor é
O amor é uma bola
Ou será um cubo.
Será ele um cilindro
Talvez uma nuvem
Também um melado
Quem sabe pregos
Ou formas de pensamentos
Mas também de ações
Uma forma de sabedoria
De saudade e de inteligência
Vamos todos comemorar
Esta alegria que brota e se alastra.
Canção
Canção que caminha
Que se espalha e ecoa
Música que invade
Nossos ouvidos nossa pele
O arrepio penetra qual onda
Passando por todo o corpo
Aquele som alegre e claro
Qual leite mugido quente
O hino entoado firme
Todos cantam a letra uniforme
Ao final batem palmas
Para a canção de louvor
A onda ondulando
O surfista deitado sobre a prancha vai
Bate os braços e vai mar adentro
Sobe e desce e caminha
As ondas sooobem e deeescem
Até que paraaam
Parecem se acalmar
O surfista sobe na prancha e nova onda vem
E ele caminhando vai
A onda sobe sobe sobe
E ele entra dentro da onda e vai
Sai do outro lado todo risonho
Mais um tubo ele consegue entubar.
O coração partido
Chegou a hora da partida da filha
O ônibus ligou o motor
Ela abraçou o pai e choraram
Mas havia a tecnologia
Logo eles poderiam se ver
O ônibus viajou um dia
Para os dois parecia um ano
Mas aquela angústia passou
Assim que ela chegou ela telefonou
E foram ao computador
Mortos de angústia ligaram a máquina
E os dois se viram na máquina de filmar
Começaram a conversar
Ficaram mais tranqüilos
Mas ainda um pouco angustiados
Não podiam se tocar
Mas podiam se ver
Mas podiam se falar
Mas podiam escrever
Mas podiam sorrir
O dia dos namorados
Hoje é dia oito de junho
Os namorados dormem
A claridade entra no quarto
Eles se espreguiçam para lá e para cá
E acordam um e acorda outro
E se beijam e se beijam
Trocam assuntos variados
Lembram a noite que passaram
Comentam o filme
Planejam o dia doze
Vão fazer uma caminhada
Vão ao Cristo Redentor
Fim de inicio de semana
Hoje é domingo
A semana se inicia
A esperança se renova
Assim como o ano novo
Hoje é segunda, terça, quarta ou quinta-feira
A semana se desenvolve
Assim como o ano fora do ano novo
Até que chega dezembro
Hoje é sexta ou sábado
A todos desejos um ótimo fim de semana
Até que chega fim de dezembro
Desejo a todos um ótimo ano novo
O surfista deitado sobre a prancha vai
Bate os braços e vai mar adentro
Sobe e desce e caminha
As ondas sooobem e deeescem
Até que paraaam
Parecem se acalmar
O surfista sobe na prancha e nova onda vem
E ele caminhando vai
A onda sobe sobe sobe
E ele entra dentro da onda e vai
Sai do outro lado todo risonho
Mais um tubo ele consegue entubar.
O coração partido
Chegou a hora da partida da filha
O ônibus ligou o motor
Ela abraçou o pai e choraram
Mas havia a tecnologia
Logo eles poderiam se ver
O ônibus viajou um dia
Para os dois parecia um ano
Mas aquela angústia passou
Assim que ela chegou ela telefonou
E foram ao computador
Mortos de angústia ligaram a máquina
E os dois se viram na máquina de filmar
Começaram a conversar
Ficaram mais tranqüilos
Mas ainda um pouco angustiados
Não podiam se tocar
Mas podiam se ver
Mas podiam se falar
Mas podiam escrever
Mas podiam sorrir
O dia dos namorados
Hoje é dia oito de junho
Os namorados dormem
A claridade entra no quarto
Eles se espreguiçam para lá e para cá
E acordam um e acorda outro
E se beijam e se beijam
Trocam assuntos variados
Lembram a noite que passaram
Comentam o filme
Planejam o dia doze
Vão fazer uma caminhada
Vão ao Cristo Redentor
Fim de inicio de semana
Hoje é domingo
A semana se inicia
A esperança se renova
Assim como o ano novo
Hoje é segunda, terça, quarta ou quinta-feira
A semana se desenvolve
Assim como o ano fora do ano novo
Até que chega dezembro
Hoje é sexta ou sábado
A todos desejos um ótimo fim de semana
Até que chega fim de dezembro
Desejo a todos um ótimo ano novo
Saudade
Saudade rima com maldade
Também rima com cidade
Onde de tudo acontece
Também a bondade
Como o outro lado da moeda
Rima fácil da caridade
Do amor e da paixão
De tudo que é vida e idade.
A mentira
Doce sabor da verdade
Amargo sabor ao ser desvendada
Corre solta nos palácios
Das Alvoradas e das Liberdades
Nós Amantes da Verdade
Ficamos em segundo plano
Tem vergonha de nós
Só nos mostram nos tribunais
E nas páginas dos jornais
Nas nossas consciências
Em nossos travesseiros.
O jogador de futebol
O canelinha recebe a bola
Amortece no peito e a conduz
Imprime velocidade e foge do marcador
Logo aparece outro que vem feroz
Suspende os pés, mas canelinha sai fora
A bola continua
O goleiro vem correndo
Os olhos mirando a bola
Dá um pulo só
Canelinha não titubeia
Manda debaixo das pernas
A bola vai direto para o gol
Dona de casa
Lava a roupa todo dia
Possa a roupa todo dia
Lava a casa todo dia
Leva os filhos na escola todo dia
Ajuda nos para casa todo dia
Ajuda nos banhos todo dia
Estuda para escola todo dia
Vai à escola todo dia
Repete tudo todo dia
Fica de bom humor todo dia
Ajuda os amigos todo dia
Vive em paz todo dia
Saudade rima com maldade
Também rima com cidade
Onde de tudo acontece
Também a bondade
Como o outro lado da moeda
Rima fácil da caridade
Do amor e da paixão
De tudo que é vida e idade.
A mentira
Doce sabor da verdade
Amargo sabor ao ser desvendada
Corre solta nos palácios
Das Alvoradas e das Liberdades
Nós Amantes da Verdade
Ficamos em segundo plano
Tem vergonha de nós
Só nos mostram nos tribunais
E nas páginas dos jornais
Nas nossas consciências
Em nossos travesseiros.
O jogador de futebol
O canelinha recebe a bola
Amortece no peito e a conduz
Imprime velocidade e foge do marcador
Logo aparece outro que vem feroz
Suspende os pés, mas canelinha sai fora
A bola continua
O goleiro vem correndo
Os olhos mirando a bola
Dá um pulo só
Canelinha não titubeia
Manda debaixo das pernas
A bola vai direto para o gol
Dona de casa
Lava a roupa todo dia
Possa a roupa todo dia
Lava a casa todo dia
Leva os filhos na escola todo dia
Ajuda nos para casa todo dia
Ajuda nos banhos todo dia
Estuda para escola todo dia
Vai à escola todo dia
Repete tudo todo dia
Fica de bom humor todo dia
Ajuda os amigos todo dia
Vive em paz todo dia
A vida que se quebrou
A morte vive,
A espreita de viver.
Acompanha-nos a todo o momento,
Se alegrando com o nosso sofrimento.
No padecer ela mostra sua cara.
Na alegria ela se esconde.
Ela se mostra vagarosamente,
Mas também surpreendentemente.
Não há como dela fugir,
Não há como negar sua existência.
Só sentimos o seu cheiro.
Uma fragrância suave e doce.
Que inunda todo o quarto.
O suave cheiro da dor
Fragrância do sofrimento
A fragrância do sofrimento vem devagarzinho,
Sob forma do inusitado.
Não pede licença nem avisa de sua chegada.
Apenas chega e se instala.
Por vezes vem rápido como que
Não dá tempo para um ai
Se instala sem dó
De cheiro horrível nos imobiliza.
Ficamos parados no ar.
Apenas nos dá vontade de chorar.
Adia-nos planos amorosos,
Confunde os nossos olhos.
Nossos corações se apertam de dor.
Sensibilidade amorosa
Imaginem uma pessoa
Na qual não existe a razão.
Ela é só sentimento
Todos eles a um só tempo.
É difícil viver a vida
Cada vez mais racional
Cada vez mais sem sentimentos
Cada vez mais global.
Uma barreira é sofrimento.
Superá-lo é um alívio.
Logo em seguida vem outro.
Num sem parar de dor e descanso.
Poucos o entendem a sua volta.
Ele não entende porque tão poucos.
Muitos se dizem seu amigo, onde estão agora.
Aparecem outros, humildes e sinceros.
Seu novo amor agora é velho,
Passando dificuldades mil.
Seus sentimentos são sinceros,
Também seus carinhos e dedicação.
Eles inspiram o poeta e a poetiza.
Desabrochando o que estava trancafiado.
Amor sincero amor, por tanto tempo guardado.
Peço a Deus por eles, pela suas salvações.
O que vem sorrindo
O que vem sorrindo
Vem trabalhado
Vem estudado
Vem caminhado
Vem planejado
Vem amado
Vem beijado
Vem do seu pai
Marcelo
A morte vive,
A espreita de viver.
Acompanha-nos a todo o momento,
Se alegrando com o nosso sofrimento.
No padecer ela mostra sua cara.
Na alegria ela se esconde.
Ela se mostra vagarosamente,
Mas também surpreendentemente.
Não há como dela fugir,
Não há como negar sua existência.
Só sentimos o seu cheiro.
Uma fragrância suave e doce.
Que inunda todo o quarto.
O suave cheiro da dor
Fragrância do sofrimento
A fragrância do sofrimento vem devagarzinho,
Sob forma do inusitado.
Não pede licença nem avisa de sua chegada.
Apenas chega e se instala.
Por vezes vem rápido como que
Não dá tempo para um ai
Se instala sem dó
De cheiro horrível nos imobiliza.
Ficamos parados no ar.
Apenas nos dá vontade de chorar.
Adia-nos planos amorosos,
Confunde os nossos olhos.
Nossos corações se apertam de dor.
Sensibilidade amorosa
Imaginem uma pessoa
Na qual não existe a razão.
Ela é só sentimento
Todos eles a um só tempo.
É difícil viver a vida
Cada vez mais racional
Cada vez mais sem sentimentos
Cada vez mais global.
Uma barreira é sofrimento.
Superá-lo é um alívio.
Logo em seguida vem outro.
Num sem parar de dor e descanso.
Poucos o entendem a sua volta.
Ele não entende porque tão poucos.
Muitos se dizem seu amigo, onde estão agora.
Aparecem outros, humildes e sinceros.
Seu novo amor agora é velho,
Passando dificuldades mil.
Seus sentimentos são sinceros,
Também seus carinhos e dedicação.
Eles inspiram o poeta e a poetiza.
Desabrochando o que estava trancafiado.
Amor sincero amor, por tanto tempo guardado.
Peço a Deus por eles, pela suas salvações.
O que vem sorrindo
O que vem sorrindo
Vem trabalhado
Vem estudado
Vem caminhado
Vem planejado
Vem amado
Vem beijado
Vem do seu pai
Marcelo
Sentimentos suaves
Olhar meio triste e passivo.
Doce como mel.
Andar compassado.
Ouvidos atentos.
Preocupada com o amanhã,
Finge nada pensar.
Amanhã é hoje.
No seu leve viver.
Quanta falta de juízo,
Mistura-se naquele ser,
Onde tudo é seu viver.
Quanta responsabilidade,
Da aurora ao outro amanhecer
Naquele ser de amor.
Minha pequena
Quanta candura naquele pedaço de gente,
Peralta, falante e tímida gente que vive.
Sua criancice menina, sensibiliza a todos.
Com alegria que contagia em volta.
Sua força incrível contra o mau
Debela um a um a sua volta.
Não fala direito ainda,
Comendo letras, mas não palavras.
Amiga dos animais,
Poe a mão e afaga com carinho.
O animal que perto lhe chega.
Leva tombos e levanta,
Num exemplo para os mais velhos.
Papai a chama, com o sorriso saindo de sua alma.
Sensações
Quantas sensações sentimos
Nesta vida cheia de incertezas
Quantas não sentimos
Por estarmos com incertezas
Vivemos o presente.
Quer queiramos ou não.
O futuro em sua corrida louca.
A frente do presente até chegar.
O passado se distancia,
Não havendo como pegá-lo
Qual um pássaro bonito que ao longe voa.
Passando assim a vida.
O futuro no presente
Longe está o futuro no futuro,
Perto está o futuro no presente.
Longe vivo com a poesia,
Em imaginação pródiga.
Perto vivo a vida,
Em constante evolução.
Letras tomando vida,
Sentindo emoções e sensações.
Viver em letras, morrer em letras,
Reviver em letras, num ciclo imortal.
Olhar meio triste e passivo.
Doce como mel.
Andar compassado.
Ouvidos atentos.
Preocupada com o amanhã,
Finge nada pensar.
Amanhã é hoje.
No seu leve viver.
Quanta falta de juízo,
Mistura-se naquele ser,
Onde tudo é seu viver.
Quanta responsabilidade,
Da aurora ao outro amanhecer
Naquele ser de amor.
Minha pequena
Quanta candura naquele pedaço de gente,
Peralta, falante e tímida gente que vive.
Sua criancice menina, sensibiliza a todos.
Com alegria que contagia em volta.
Sua força incrível contra o mau
Debela um a um a sua volta.
Não fala direito ainda,
Comendo letras, mas não palavras.
Amiga dos animais,
Poe a mão e afaga com carinho.
O animal que perto lhe chega.
Leva tombos e levanta,
Num exemplo para os mais velhos.
Papai a chama, com o sorriso saindo de sua alma.
Sensações
Quantas sensações sentimos
Nesta vida cheia de incertezas
Quantas não sentimos
Por estarmos com incertezas
Vivemos o presente.
Quer queiramos ou não.
O futuro em sua corrida louca.
A frente do presente até chegar.
O passado se distancia,
Não havendo como pegá-lo
Qual um pássaro bonito que ao longe voa.
Passando assim a vida.
O futuro no presente
Longe está o futuro no futuro,
Perto está o futuro no presente.
Longe vivo com a poesia,
Em imaginação pródiga.
Perto vivo a vida,
Em constante evolução.
Letras tomando vida,
Sentindo emoções e sensações.
Viver em letras, morrer em letras,
Reviver em letras, num ciclo imortal.
Gotículas de água
Numa corredeira infernal ela ia para lá e para cá.
Batia em galhos a cabeça deixando-a tonta.
Finalmente ela chegava à grande cachoeira.
Ela só ouvia o som de suas colegas ao lado.
Depois da cachoeira era um silêncio total.
Ia se aproximando e ia.
Chegou à cachoeira e caiu.
Olhava para baixo e era como se estivesse num avião.
Ela descia velozmente, e não tinha para quedas.
Ao lado via a paisagem passar rapidamente.
Em um dado momento ela sente o mundo diferente.
O que tinha acontecido? Ela se evaporara.
Com mais liberdade, ela ia pra lá e pra cá.
Dançando suavemente uma dança de amor.
A gotinha passou a viver no mundo do amor eterno.
Via as companheiras delas e elas a vinham,
Dançavam e não caminhavam, ao som do vento nas árvores.
A realidade caminha e a imaginação dança.
Elas dançam ao som do vento,
Procurando aprender a voar em liberdade.
Diamante
É uma pedra límpida e dura,
Como o amor sincero e inabalável,
Almejados por todos. Atendidos por poucos.
Não há quem possa riscá-la.
Nem há quem o enfraqueça.
Todos querem o diamante e o amor.
Nas bolsas de pedra disputam o diamante.
Nos namoros procuram o amor.
Numa procura perene.
O verdadeiro amor é um diamante lapidado.
Quem o achou e o lapidou, o tem como pedra rara.
Brilhando longe nos olhos dos amantes.
Aquele caminhar sincronizado.
O olhar e as mãos entrecruzadas.
Aquele cheiro único perfumado de amor.
Quem sou eu
Eu sou o imaginário
Embutido em corpo frágil
Sentindo, imaginando e escrevendo
Energias loucas circulam em mim
E me fazem sorrir
Alí onde começa minha alegria
De viver
De escrever
De amar vocês
Ela
Eterna musa inspiradora.
Minha amiga e namorada.
Canta sua harpa ao sol nascente
Cheia de amor, distribui a todos com vontade.
Calma, inteligente.
Lê estas linhas e sorri.
Seus pensamentos ecoam rápidos.
Seus olhos acompanham.
Demonstram seus sentimentos sutilmente.
Forte, educada, já não encontro adjetivos.
Procuro verbos e substantivos para melhor descreve-la
Não os encontro nem no próprio mar.
Numa corredeira infernal ela ia para lá e para cá.
Batia em galhos a cabeça deixando-a tonta.
Finalmente ela chegava à grande cachoeira.
Ela só ouvia o som de suas colegas ao lado.
Depois da cachoeira era um silêncio total.
Ia se aproximando e ia.
Chegou à cachoeira e caiu.
Olhava para baixo e era como se estivesse num avião.
Ela descia velozmente, e não tinha para quedas.
Ao lado via a paisagem passar rapidamente.
Em um dado momento ela sente o mundo diferente.
O que tinha acontecido? Ela se evaporara.
Com mais liberdade, ela ia pra lá e pra cá.
Dançando suavemente uma dança de amor.
A gotinha passou a viver no mundo do amor eterno.
Via as companheiras delas e elas a vinham,
Dançavam e não caminhavam, ao som do vento nas árvores.
A realidade caminha e a imaginação dança.
Elas dançam ao som do vento,
Procurando aprender a voar em liberdade.
Diamante
É uma pedra límpida e dura,
Como o amor sincero e inabalável,
Almejados por todos. Atendidos por poucos.
Não há quem possa riscá-la.
Nem há quem o enfraqueça.
Todos querem o diamante e o amor.
Nas bolsas de pedra disputam o diamante.
Nos namoros procuram o amor.
Numa procura perene.
O verdadeiro amor é um diamante lapidado.
Quem o achou e o lapidou, o tem como pedra rara.
Brilhando longe nos olhos dos amantes.
Aquele caminhar sincronizado.
O olhar e as mãos entrecruzadas.
Aquele cheiro único perfumado de amor.
Quem sou eu
Eu sou o imaginário
Embutido em corpo frágil
Sentindo, imaginando e escrevendo
Energias loucas circulam em mim
E me fazem sorrir
Alí onde começa minha alegria
De viver
De escrever
De amar vocês
Ela
Eterna musa inspiradora.
Minha amiga e namorada.
Canta sua harpa ao sol nascente
Cheia de amor, distribui a todos com vontade.
Calma, inteligente.
Lê estas linhas e sorri.
Seus pensamentos ecoam rápidos.
Seus olhos acompanham.
Demonstram seus sentimentos sutilmente.
Forte, educada, já não encontro adjetivos.
Procuro verbos e substantivos para melhor descreve-la
Não os encontro nem no próprio mar.
Os namorados
Eu quero viver.
Você quer viver.
Eu quero amar.
Você quer amar.
Eu quero sua amizade.
Você quer minha amizade.
Eu quero amar minha filha.
Você quer amar sua filha.
Eu quero fazer compras com você.
Você quer fazer compras comigo.
Eu quero escutar música com você.
Você quer escutar música comigo.
Eu quero viver compartilhando da sua vida.
Você quer viver compartilhando da minha vida.
Eu quero ser seu Amigo.
Você quer ser minha Amiga.
Eu quero ser seu amor.
Você quer ser meu amor.
Eu quero amar você.
Você quer me amar.
Eu vivo amando.
Você vive amando.
Eu amo você.
Você me ama.
Eu e você amamos nossos filhos.
Nós temos amizade mútua.
Nós amamos nossas famílias.
Nós fazemos compras juntos.
Nós escutamos música juntos.
Nós compartilhamos nossas vidas.
Nós somos amigos mútuos.
Nós mantemos a nossa independência de vida.
Nós nos amamos seguindo nossos sentidos.
Nós nos amamos de longe.
Nós nos amamos de perto.
Nós nos amamos onde estivermos.
Nós nos amamos como a nós mesmos?
Acima deste amor esta Ele que nos orienta e nada nos deixa faltar.
A tristeza e a alegria
A tristeza é um vazio,
É um desorientar,
Não saber onde é o Norte e o Sul.
É drenar as forças,
É se sentir cada vez mais fraco,
É um tempo infindável,
Que parece nunca acabar.
Não é ódio,
Não é o contrário da alegria,
É uma letargia,
É um paradeiro,
É um sem graça,
É um parar no fundo de um vale.
Não é depressão, que é descer a montanha,
Alegria é, porém, um descansar.
Que é estar no cume de uma montanha,
É se sentir forte,
É saber se orientar Norte e Sul,
É um tempo que não existe,
É conversar,
É fazer carinho.
É amar.
O amor sincero não passa
O que passa nesta vida?
A tristeza passa.
A alegria passa.
A angústia passa.
A paz passa.
O carinho passa.
O grito passa.
A beleza passa.
O sorriso passa.
O ciúme passa.
A sexualidade passa.
As doenças passam.
A vida passa.
Só não passa o amor sincero,
Que aceita tudo da maneira que é.
Você me conhece
Você me conhece tanto,
Diga-me onde estou?
Diga-me para onde estou indo?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha tristeza?
Onde começa minha alegria?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha dúvida?
Onde começa a minha certeza?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha dor?
Onde começa minha alegria?
Você me conhece todo,
Onde começa a minha amizade?
Onde começa o meu amor?
Eu quero viver.
Você quer viver.
Eu quero amar.
Você quer amar.
Eu quero sua amizade.
Você quer minha amizade.
Eu quero amar minha filha.
Você quer amar sua filha.
Eu quero fazer compras com você.
Você quer fazer compras comigo.
Eu quero escutar música com você.
Você quer escutar música comigo.
Eu quero viver compartilhando da sua vida.
Você quer viver compartilhando da minha vida.
Eu quero ser seu Amigo.
Você quer ser minha Amiga.
Eu quero ser seu amor.
Você quer ser meu amor.
Eu quero amar você.
Você quer me amar.
Eu vivo amando.
Você vive amando.
Eu amo você.
Você me ama.
Eu e você amamos nossos filhos.
Nós temos amizade mútua.
Nós amamos nossas famílias.
Nós fazemos compras juntos.
Nós escutamos música juntos.
Nós compartilhamos nossas vidas.
Nós somos amigos mútuos.
Nós mantemos a nossa independência de vida.
Nós nos amamos seguindo nossos sentidos.
Nós nos amamos de longe.
Nós nos amamos de perto.
Nós nos amamos onde estivermos.
Nós nos amamos como a nós mesmos?
Acima deste amor esta Ele que nos orienta e nada nos deixa faltar.
A tristeza e a alegria
A tristeza é um vazio,
É um desorientar,
Não saber onde é o Norte e o Sul.
É drenar as forças,
É se sentir cada vez mais fraco,
É um tempo infindável,
Que parece nunca acabar.
Não é ódio,
Não é o contrário da alegria,
É uma letargia,
É um paradeiro,
É um sem graça,
É um parar no fundo de um vale.
Não é depressão, que é descer a montanha,
Alegria é, porém, um descansar.
Que é estar no cume de uma montanha,
É se sentir forte,
É saber se orientar Norte e Sul,
É um tempo que não existe,
É conversar,
É fazer carinho.
É amar.
O amor sincero não passa
O que passa nesta vida?
A tristeza passa.
A alegria passa.
A angústia passa.
A paz passa.
O carinho passa.
O grito passa.
A beleza passa.
O sorriso passa.
O ciúme passa.
A sexualidade passa.
As doenças passam.
A vida passa.
Só não passa o amor sincero,
Que aceita tudo da maneira que é.
Você me conhece
Você me conhece tanto,
Diga-me onde estou?
Diga-me para onde estou indo?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha tristeza?
Onde começa minha alegria?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha dúvida?
Onde começa a minha certeza?
Você me conhece tanto,
Onde começa minha dor?
Onde começa minha alegria?
Você me conhece todo,
Onde começa a minha amizade?
Onde começa o meu amor?
O estouro
Tudo transcorria normalmente.
Os passarinhos cantavam.
Os ônibus passavam.
As crianças brincavam
Os trabalhadores andavam apressadamente para o trabalho.
Os aposentados andavam calmamente pelo passeio.
A vida transcorria serena para todos naquela rua.
A sacola abastecia seus fregueses,
O supermercado também,
De repente tudo mudou.
As crianças corriam e gritavam em uma só direção.
Os aposentados corriam,
Os fregueses voltavam correndo.
Assim como os fatos da nossa vida.
Ocorrera uma grande explosão.
Lua da minha vida
Lua da minha vida.
Iluminai meus caminhos,
nesta noite sem rumo.
Acalmai meu coração
E meu semblante de tristeza.
nesta vida cheia de percalços.
Oh minha amada,
Mostre -me seu lado escuro,
de lá nada sei nada sinto.
Derrame seu olhar prateado,
Beije-me com seus cálidos lábios,
Abraça-me fortemente.
Lua, mistura de ser e não ser humana.
Sempre presente e atenta,
Aos meus movimentos atônitos.
Eu sinto sua falta
Eu sinto a sua mão em meus braços,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto meus cabelos sendo acariciados,
Mas você não está nem aí.
A minha mão sente a sua,
Mas você não está nem aí.
Eu enxergo seus olhos,
Mas você não está nem aí.
Eu me deleito com seus sorrisos,
Mas você não está nem aí.
Eu me alegro com seus risos fartos,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto você em todo o meu corpo,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto sua alma,
Mesmo você não estando nem aí.
Alô sua alma, alô minha alma,
Estamos sempre juntos neste nosso amor.
Aquele amor
Muitas das vezes eu chegava primeiro
E podia ver aqueles passos… devagar,
Irradiando singela beleza.
Aquele corpo sinuoso exalando um perfume suave.
Aquele espírito de criança.
Aquela alma sublime.
Aquele amor.
Tudo transcorria normalmente.
Os passarinhos cantavam.
Os ônibus passavam.
As crianças brincavam
Os trabalhadores andavam apressadamente para o trabalho.
Os aposentados andavam calmamente pelo passeio.
A vida transcorria serena para todos naquela rua.
A sacola abastecia seus fregueses,
O supermercado também,
De repente tudo mudou.
As crianças corriam e gritavam em uma só direção.
Os aposentados corriam,
Os fregueses voltavam correndo.
Assim como os fatos da nossa vida.
Ocorrera uma grande explosão.
Lua da minha vida
Lua da minha vida.
Iluminai meus caminhos,
nesta noite sem rumo.
Acalmai meu coração
E meu semblante de tristeza.
nesta vida cheia de percalços.
Oh minha amada,
Mostre -me seu lado escuro,
de lá nada sei nada sinto.
Derrame seu olhar prateado,
Beije-me com seus cálidos lábios,
Abraça-me fortemente.
Lua, mistura de ser e não ser humana.
Sempre presente e atenta,
Aos meus movimentos atônitos.
Eu sinto sua falta
Eu sinto a sua mão em meus braços,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto meus cabelos sendo acariciados,
Mas você não está nem aí.
A minha mão sente a sua,
Mas você não está nem aí.
Eu enxergo seus olhos,
Mas você não está nem aí.
Eu me deleito com seus sorrisos,
Mas você não está nem aí.
Eu me alegro com seus risos fartos,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto você em todo o meu corpo,
Mas você não está nem aí.
Eu sinto sua alma,
Mesmo você não estando nem aí.
Alô sua alma, alô minha alma,
Estamos sempre juntos neste nosso amor.
Aquele amor
Muitas das vezes eu chegava primeiro
E podia ver aqueles passos… devagar,
Irradiando singela beleza.
Aquele corpo sinuoso exalando um perfume suave.
Aquele espírito de criança.
Aquela alma sublime.
Aquele amor.
O padre que canta
O povo se aglomerava,
No fundo usavam binóculos.
Nas cadeiras os mais velhos e deficientes.
A música domina o ambiente,
Todos cantam, todos dançam.
AAAAmmmeeeemmmm.
É o padre cantor que entra,
A vibração é total.
Viva o padre João Roce, eles gritam.
Todo mundo! Ele grita ao microfone,
Seus braços balançam para lá e para cá.
A missa continua fervorosa e animada.
Ele captava vida e a transmitia,
Do jeito que ela vinha.
É o padre que canta.
Tempo
A criança e o velho caminhavam na areia.
Muito tempo se passou desde a primeira vez.
A água respingava nele, e gritava: Que frio…
Lembranças lhe passavam pela cabeça,
Desde a primeira vez.
Os camarões fritos, as cervejas.
Os shows de ano novo e festas de Iemanjá,
Toda a sua vida era passada na sua mente.
Seus falsos e verdadeiros amigos eram lembrados.
A maré começou a subir.
Era hora de voltar.
Vamos meu amigo, é hora de voltarmos.
O sol já se esconde. Prepara-se para descansar.
A água cobrindo a areia deixa-a repousar.
O velho trazendo a criança vão para casa jantar.
A briga dos relógios
Criaram o horário de verão.
Todos os relógios se adiantaram uma hora.
Exceto um, que continuava do mesmo jeito.
O relógio Mãe Natureza continuava seu ritmo,
Sem jamais errar, compassadamente.
Dia e noite, noite e dia.
Os outros relógios esbravejavam,
Mas não teve jeito.
A Mãe natureza continuava seu ritmo.
Os outros reclamavam, que sua hora nunca era a certa.
Queriam desbancar a Mãe Natureza e confundi-la.
Nada resolveu.
Finalmente chegou a entrada do novo milênio.
Os relógios adiantados olharam-se atônitos sem nada a fazer
A Mãe Natureza entrou passivamente no novo milênio.
A criança
Linda flor de jasmim,
Frágil jarra de porcelana,
Cheirosa como que.
Inocência que lhe dá força.
Pureza que conquista.
Agilidade para aprender.
Facilidade para cair e levantar.
Sílabas mal pronunciadas.
Carinhosa com você.
Sem medo vai a qualquer lugar.
Sobe e desce sem parar.
Canta e samba para alegrar.
Pula e brinca de maré.
Vai à festa serelepe.
E diz: “Pai faz outra poesia pra mim”
O povo se aglomerava,
No fundo usavam binóculos.
Nas cadeiras os mais velhos e deficientes.
A música domina o ambiente,
Todos cantam, todos dançam.
AAAAmmmeeeemmmm.
É o padre cantor que entra,
A vibração é total.
Viva o padre João Roce, eles gritam.
Todo mundo! Ele grita ao microfone,
Seus braços balançam para lá e para cá.
A missa continua fervorosa e animada.
Ele captava vida e a transmitia,
Do jeito que ela vinha.
É o padre que canta.
Tempo
A criança e o velho caminhavam na areia.
Muito tempo se passou desde a primeira vez.
A água respingava nele, e gritava: Que frio…
Lembranças lhe passavam pela cabeça,
Desde a primeira vez.
Os camarões fritos, as cervejas.
Os shows de ano novo e festas de Iemanjá,
Toda a sua vida era passada na sua mente.
Seus falsos e verdadeiros amigos eram lembrados.
A maré começou a subir.
Era hora de voltar.
Vamos meu amigo, é hora de voltarmos.
O sol já se esconde. Prepara-se para descansar.
A água cobrindo a areia deixa-a repousar.
O velho trazendo a criança vão para casa jantar.
A briga dos relógios
Criaram o horário de verão.
Todos os relógios se adiantaram uma hora.
Exceto um, que continuava do mesmo jeito.
O relógio Mãe Natureza continuava seu ritmo,
Sem jamais errar, compassadamente.
Dia e noite, noite e dia.
Os outros relógios esbravejavam,
Mas não teve jeito.
A Mãe natureza continuava seu ritmo.
Os outros reclamavam, que sua hora nunca era a certa.
Queriam desbancar a Mãe Natureza e confundi-la.
Nada resolveu.
Finalmente chegou a entrada do novo milênio.
Os relógios adiantados olharam-se atônitos sem nada a fazer
A Mãe Natureza entrou passivamente no novo milênio.
A criança
Linda flor de jasmim,
Frágil jarra de porcelana,
Cheirosa como que.
Inocência que lhe dá força.
Pureza que conquista.
Agilidade para aprender.
Facilidade para cair e levantar.
Sílabas mal pronunciadas.
Carinhosa com você.
Sem medo vai a qualquer lugar.
Sobe e desce sem parar.
Canta e samba para alegrar.
Pula e brinca de maré.
Vai à festa serelepe.
E diz: “Pai faz outra poesia pra mim”
Chuva fina
Fina chuva caia refrescante.
Carros se amontoavam pela rua.
Crianças brincavam na chuva.
Quando a bola inesperadamente, pá,
Vai para o meio da rua.
Andando vagarosamente os carros,
Mas a criança perambula sinuosamente entre os carros.
Abaixa-se e pega a bola.
Um cheiro de borracha queimada se espalha pelo ar.
Ouve-se um som breve de pam.
O povo se aglomera,
Os carros param de vez.
Nada mais havia a fazer.
Choravam pelo prejuízo os donos dos carros.
Joãozinho mais que depressa foge dali com a bola.
A mulher de verdade
O dia amanhece e ela junto,
Prepara o café e faz um suco,
O café é servido e apreciado.
Ela faz a faxina,
Lava a roupa
E passa a roupa.
Ela faz o almoço,
A sobremesa
E o cafezinho.
Prepara o jantar,
Novamente o cafezinho,
Sempre lava e guarda a louça.
Na manicure e no barbeiro
Sua personalidade mudava rapidamente.
Suas atividades acompanhavam a mudança.
Seu visual se transformava da água para o vinho.
Suas palavras não eram mais técnicas, mas suaves e firmes.
De indeciso ele passava a decidido.
Toda sua vida mudava.
Suas unhas e barbas antes mal cuidadas.
Agora eram cuidadas com esmeros.
Os cabelos que lhe restavam eram muito bem presos atrás.
A manicure e o barbeiro,
Tornaram-se seus amigos inseparáveis,
Numa troca de energia positiva.
Para ele o salão era agora um santuário,
Numa troca de amor com seus freqüentadores.
Um lugar de se fazer amigos reais.
O zoológico
As três crianças andavam pelo zoológico a brincar.
Primeiro passaram pelas brincadeiras dos macacos.
Um fumava,
O outro dava banana
E um terceiro fazia caretas,
Os passarinhos de toda cor,
Não se sabia qual olhar.
Trinados de todo tipo.
A menininha menor perguntou
Posso entrar lá dentro papai?
Chegaram à jaula do leão e debruçaram-se na murada,
Vem cá meus filhos,
Daqui vocês vêem melhor.
Eles correram prontamente,
A mãe os abraçou e disse: Olhe que beleza!
Pararam um pouco para lanchar,
A meninada corria de lá para cá.
A música tocava alto,
Nisto passa um caminhão carregando o elefante,
Foi uma festa geral.
Fina chuva caia refrescante.
Carros se amontoavam pela rua.
Crianças brincavam na chuva.
Quando a bola inesperadamente, pá,
Vai para o meio da rua.
Andando vagarosamente os carros,
Mas a criança perambula sinuosamente entre os carros.
Abaixa-se e pega a bola.
Um cheiro de borracha queimada se espalha pelo ar.
Ouve-se um som breve de pam.
O povo se aglomera,
Os carros param de vez.
Nada mais havia a fazer.
Choravam pelo prejuízo os donos dos carros.
Joãozinho mais que depressa foge dali com a bola.
A mulher de verdade
O dia amanhece e ela junto,
Prepara o café e faz um suco,
O café é servido e apreciado.
Ela faz a faxina,
Lava a roupa
E passa a roupa.
Ela faz o almoço,
A sobremesa
E o cafezinho.
Prepara o jantar,
Novamente o cafezinho,
Sempre lava e guarda a louça.
Na manicure e no barbeiro
Sua personalidade mudava rapidamente.
Suas atividades acompanhavam a mudança.
Seu visual se transformava da água para o vinho.
Suas palavras não eram mais técnicas, mas suaves e firmes.
De indeciso ele passava a decidido.
Toda sua vida mudava.
Suas unhas e barbas antes mal cuidadas.
Agora eram cuidadas com esmeros.
Os cabelos que lhe restavam eram muito bem presos atrás.
A manicure e o barbeiro,
Tornaram-se seus amigos inseparáveis,
Numa troca de energia positiva.
Para ele o salão era agora um santuário,
Numa troca de amor com seus freqüentadores.
Um lugar de se fazer amigos reais.
O zoológico
As três crianças andavam pelo zoológico a brincar.
Primeiro passaram pelas brincadeiras dos macacos.
Um fumava,
O outro dava banana
E um terceiro fazia caretas,
Os passarinhos de toda cor,
Não se sabia qual olhar.
Trinados de todo tipo.
A menininha menor perguntou
Posso entrar lá dentro papai?
Chegaram à jaula do leão e debruçaram-se na murada,
Vem cá meus filhos,
Daqui vocês vêem melhor.
Eles correram prontamente,
A mãe os abraçou e disse: Olhe que beleza!
Pararam um pouco para lanchar,
A meninada corria de lá para cá.
A música tocava alto,
Nisto passa um caminhão carregando o elefante,
Foi uma festa geral.
Novas felicidades
O casal rapidamente se entrosou,
Foram feitos um para o outro,
Carências e carinhos se completavam.
Um escrevia, o outro lia,
Com o tempo os dois se completaram,
E dois transformaram em um, numa alquimia de amor.
O primeiro encontro fora de casa,
Foi de alegria e paz,
Conhecendo seus corpos e almas.
A nova vida nasceu,
O novo amor nasceu,
Novos seres nasceram.
De viagens nasceram viagens,
De conversas nasceram conversas,
De felicidades nasceram felicidades.
Sentimentos suaves
Olhar meio triste e passivo.
Doce como mel.
Andar compassado.
Ouvidos atentos.
Preocupada com o amanhã,
Finge nada pensar.
Amanhã é hoje.
No seu leve viver.
Quanta responsabilidade,
Da aurora ao outro amanhecer
Naquele ser iluminado de amor.
A mentira e a verdade
A mentira é a visão destorcida da realidade,
Deturpação do que é,
A verdade que não é a verdade.
É, o que não é.
Está, aquilo que não está.
Ser, aquilo que não é.
Verdade é pisar no que existe.
É confiar e amar.
É ver de olhos vendados.
É somar e multiplicar
É viver em plenitude.
É lua e mar
É mentira e verdade.
É imaginação e realidade.
É abstrato e concreto.
Vinte e cinco é um dia bonito
Vinte e cinco é um dia bonito,
Assim disse ao meu cunhado,
No que ele logo concordou.
E disse: é o meu aniversário,
É um dia especial,
Roberto, você bem disse.
Vinte e cinco é um dia bonito
Eu tornei a repetir,
Vinte e cinco é o dia do meu amor.
Pessoa muito especial,
Que conheci na minha vida,
Que beleza é estar ao seu lado.
Vinte e cinco é um dia bonito.
É o dia de Jesus Cristo,
É o amor de todo o mundo.
O casal rapidamente se entrosou,
Foram feitos um para o outro,
Carências e carinhos se completavam.
Um escrevia, o outro lia,
Com o tempo os dois se completaram,
E dois transformaram em um, numa alquimia de amor.
O primeiro encontro fora de casa,
Foi de alegria e paz,
Conhecendo seus corpos e almas.
A nova vida nasceu,
O novo amor nasceu,
Novos seres nasceram.
De viagens nasceram viagens,
De conversas nasceram conversas,
De felicidades nasceram felicidades.
Sentimentos suaves
Olhar meio triste e passivo.
Doce como mel.
Andar compassado.
Ouvidos atentos.
Preocupada com o amanhã,
Finge nada pensar.
Amanhã é hoje.
No seu leve viver.
Quanta responsabilidade,
Da aurora ao outro amanhecer
Naquele ser iluminado de amor.
A mentira e a verdade
A mentira é a visão destorcida da realidade,
Deturpação do que é,
A verdade que não é a verdade.
É, o que não é.
Está, aquilo que não está.
Ser, aquilo que não é.
Verdade é pisar no que existe.
É confiar e amar.
É ver de olhos vendados.
É somar e multiplicar
É viver em plenitude.
É lua e mar
É mentira e verdade.
É imaginação e realidade.
É abstrato e concreto.
Vinte e cinco é um dia bonito
Vinte e cinco é um dia bonito,
Assim disse ao meu cunhado,
No que ele logo concordou.
E disse: é o meu aniversário,
É um dia especial,
Roberto, você bem disse.
Vinte e cinco é um dia bonito
Eu tornei a repetir,
Vinte e cinco é o dia do meu amor.
Pessoa muito especial,
Que conheci na minha vida,
Que beleza é estar ao seu lado.
Vinte e cinco é um dia bonito.
É o dia de Jesus Cristo,
É o amor de todo o mundo.
A Esperança
A esperança, a mudança,vai mudando, mudando, mudou.
Nasceu a Esperança. A vida renasce.
O que estava morto dá um breve sinal de vida.
Aquela sementinha tênue precisará de muito cuidado.
Ela mesma precisará ter muita força,
muita força interior para viver.
Ela olha ao seu derredor e pensa
eu estava morta e nasci novamente.
Agora eu posso viver.
O que eu farei com a minha vida?
Viva minha filha, intensamente diz a Voz,
ser feliz esta é sua missão aqui na terra.
Hei? Você não estava falando de Esperança?Estava não, estou.
Toda Esperança começa como esta sementinha.
É o despertar para um desconhecido e novo.
É estar atônito. É paixão. É deslumbramento.
Estamos falando como surge a Esperança.
É nossa sementinha impulsionada pela força interior.
Os dias se passaram e a sementinha cresceu
e deu frutos e seus frutos deram outra sementinha
e novamente, o ciclo continuou.
A planta a cada dia era um deslumbramento só pela vida
e a seu redor a vida era exuberante porque ela era assim,
porque o seu interior era assim.
Ter esperança é um ato de amor em relação à vida.
A aldeia global
A aldeia eram grupos dispersos,
Que não se conheciam.
Havia até aqueles que comiam uns aos outros.
A aldeia aumentou e viram que ela era redonda.
Todos se comunicavam e muitos brigavam entre si.
E apareceu a máquina.
A velocidade aumentava freneticamente,
E apareceu a comunicação sem fio,
Finalmente o computador.
Tudo passou a acontecer freneticamente.
Poucos brigavam entre si.
O que se fazia aqui se sentia ali.
E a Terra virou uma só aldeia,
Dominada pelo capital,
Pelo medo, pelo mais forte.
O ouro
Ouro, assim é chamado o vil metal.
Brinco, assim é chamado o adorno.
Anel, assim é chamado a nobre aliança.
Anel, também é chamado anos de estudo.
Colar é chamado quando está em belos pescoços.
Dente é chamado para completar os dentes.
Circuito é chamado para compor máquinas poderosas.
Assim é este elemento químico.
Disputado por todos e todas.
Ouro, aqui ou lá.
Ouro, assim ou assado.
Ouro, bem da natureza corrompido pelo homem.
A sereia
O mar se ondulava para cima e para baixo.
O golfinho nadava suavemente.
O surfista entubava alegremente.
A mãe preparava o lanche para a criança.
Ela brincava de areia na praia.
Seus coleginhas ajudavam.
O navio passava apitando.
Avisando que ele estava ali.
Os passageiros se amontoavam para ver a praia.
O avião passava estridente.
Seus passageiros também queriam ver a praia.
Porque será. Todo mundo conhecia praia.
Era a sereia que chegava.
Com seus passos ondulados.
Olha a sereia, olha a sereia!
A esperança, a mudança,vai mudando, mudando, mudou.
Nasceu a Esperança. A vida renasce.
O que estava morto dá um breve sinal de vida.
Aquela sementinha tênue precisará de muito cuidado.
Ela mesma precisará ter muita força,
muita força interior para viver.
Ela olha ao seu derredor e pensa
eu estava morta e nasci novamente.
Agora eu posso viver.
O que eu farei com a minha vida?
Viva minha filha, intensamente diz a Voz,
ser feliz esta é sua missão aqui na terra.
Hei? Você não estava falando de Esperança?Estava não, estou.
Toda Esperança começa como esta sementinha.
É o despertar para um desconhecido e novo.
É estar atônito. É paixão. É deslumbramento.
Estamos falando como surge a Esperança.
É nossa sementinha impulsionada pela força interior.
Os dias se passaram e a sementinha cresceu
e deu frutos e seus frutos deram outra sementinha
e novamente, o ciclo continuou.
A planta a cada dia era um deslumbramento só pela vida
e a seu redor a vida era exuberante porque ela era assim,
porque o seu interior era assim.
Ter esperança é um ato de amor em relação à vida.
A aldeia global
A aldeia eram grupos dispersos,
Que não se conheciam.
Havia até aqueles que comiam uns aos outros.
A aldeia aumentou e viram que ela era redonda.
Todos se comunicavam e muitos brigavam entre si.
E apareceu a máquina.
A velocidade aumentava freneticamente,
E apareceu a comunicação sem fio,
Finalmente o computador.
Tudo passou a acontecer freneticamente.
Poucos brigavam entre si.
O que se fazia aqui se sentia ali.
E a Terra virou uma só aldeia,
Dominada pelo capital,
Pelo medo, pelo mais forte.
O ouro
Ouro, assim é chamado o vil metal.
Brinco, assim é chamado o adorno.
Anel, assim é chamado a nobre aliança.
Anel, também é chamado anos de estudo.
Colar é chamado quando está em belos pescoços.
Dente é chamado para completar os dentes.
Circuito é chamado para compor máquinas poderosas.
Assim é este elemento químico.
Disputado por todos e todas.
Ouro, aqui ou lá.
Ouro, assim ou assado.
Ouro, bem da natureza corrompido pelo homem.
A sereia
O mar se ondulava para cima e para baixo.
O golfinho nadava suavemente.
O surfista entubava alegremente.
A mãe preparava o lanche para a criança.
Ela brincava de areia na praia.
Seus coleginhas ajudavam.
O navio passava apitando.
Avisando que ele estava ali.
Os passageiros se amontoavam para ver a praia.
O avião passava estridente.
Seus passageiros também queriam ver a praia.
Porque será. Todo mundo conhecia praia.
Era a sereia que chegava.
Com seus passos ondulados.
Olha a sereia, olha a sereia!
sábado, 20 de março de 2010
A sabedoria
A sabedoria
A vida é o crescer da sabedoria,
uns mais outros menos.
Aprendem o segredo da felicidade.
Encontram-na no correr da própria vida.
Na interação com os outros.
Aprendendo com a vida.
Vivendo e aumentando a inteligência.
Mas nem sempre a sabedoria do amor.
Vivemos numa limitada busca do saber.
Nascemos a cada início de dia.
Vivemos em busca de sabedoria.
Cada novo aprendizado uma nova sabedoria.
Ela nasce como expressão do amor,
como a própria vida.
É o sinal da chama de amor.
A vida é o crescer da sabedoria,
uns mais outros menos.
Aprendem o segredo da felicidade.
Encontram-na no correr da própria vida.
Na interação com os outros.
Aprendendo com a vida.
Vivendo e aumentando a inteligência.
Mas nem sempre a sabedoria do amor.
Vivemos numa limitada busca do saber.
Nascemos a cada início de dia.
Vivemos em busca de sabedoria.
Cada novo aprendizado uma nova sabedoria.
Ela nasce como expressão do amor,
como a própria vida.
É o sinal da chama de amor.
A Evolução
A evolução
O futuro é a sabedoria.
O presente é a inteligência.
O passado é a ignorância.
Pensando em nossa vida.
Na vida de nossa família.
Na vida de nossa cidade.
Vale também para o país.
Para a história mundial.
Para o mundo universal.
Para a frente o positivo.
Até o infinito existir.
A sabedoria contínua.
Mais a Sabedoria Plena.
Para trás a ignorância total.
O existir inicial,
o elemento zero,
mais a Sabedoria Plena.
No princípio era só a Sabedoria Plena.
Havia só a perfeição.
Criou a sabedoria imperfeita,
uma obra perfeita.
O futuro é a sabedoria.
O presente é a inteligência.
O passado é a ignorância.
Pensando em nossa vida.
Na vida de nossa família.
Na vida de nossa cidade.
Vale também para o país.
Para a história mundial.
Para o mundo universal.
Para a frente o positivo.
Até o infinito existir.
A sabedoria contínua.
Mais a Sabedoria Plena.
Para trás a ignorância total.
O existir inicial,
o elemento zero,
mais a Sabedoria Plena.
No princípio era só a Sabedoria Plena.
Havia só a perfeição.
Criou a sabedoria imperfeita,
uma obra perfeita.
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